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As 10 piores administrações do futebol brasileiro

Selecionamos o que de pior já passou pelo nosso futebol

Em 2012, vimos muitas administrações deixarem seus clubes em situações desesperadoras, com falta de pagamentos de salários, corte de luz e água nas sedes e rebaixamento.

Confira:

Patricia Amorim – Primeiro as damas. Única mulher na História a comandar um dos gigantes do futebol brasileiro, Patricia viveu três anos infernais. Durante seu mandato, a base do Flamengo campeão brasileiro foi desfeita, Zico, ídolo maior da Nação rubro-negra, saiu da Gávea brigado com a presidente e o clube só faturou um Campeonato Carioca em sua gestão. Resultado: derrota nas urnas no início do mês.

Roberto Dinamite – O Rio de Janeiro viu outra administração naufragar em 2012. Eleito após derrotar o dinossauro Eurico Miranda, Roberto Dinamite, ídolo vascaíno, acabou enfiando os pés pelas mãos e viu o Vasco patinar durante o ano. Em grande dificuldade financeira, o cruz-maltino ainda viu Juninho, Felipe e Fernando Prass abandonarem o barco neste final de ano.

Arnaldo Tirone – Eleito no começo de 2011, Tirone, filho de dirigente histórico do Palmeiras, não conseguiu manter as rédeas do clube em suas mãos em 2012 e entre demissão de treinador e ameaças da torcida, viu o Verdão ser rebaixado para a Série B do Brasileiro.

Edmundo dos Santos Silva – Em 2002, Edmundo tornou-se o primeiro presidente da História do Flamengo a sofrer impeachment. Em seu mandato, a empresa suíça ISL injetou um caminhão de dinheiro no clube e, após decretar falência, deixou um rombo gigantesco nas finaças rubro-negras. Pesam sobre Edmundo acusações de desvio de verba da parceira

José Alberto Guerreiro – Outra má administração marcada pela ISL. Além do Flamengo, a empresa também investiu no Grêmio. Com o dinheiro suíço, vieram Zinho, Paulo Nunes e Astrada. Acusado de desvio de verba, o ex-presidente passou por processo interno, mas contou com o apoio de antigos aliados para ter seu caso arquivado.

Eurico Miranda – Envolvido na política vascaína desde a década de 1960, Eurico assumiu o Vasco em 2001, após mais de 18 anos como o poderoso vice de Antônio Soares Calçada. Além do gosto pela polêmica e a língua solta, o mandatário coleciona uma lista enorme de suspeitas, como o famoso caso do sumiço da renda de uma partida do clube após, segundo Eurico, o presidente ter sido assaltado na frente de São Januário.

Mustafá Contursi – Mustafá assumiu o Palmeiras um ano depois da entrada da Parmalat no clube. Durante os 12 anos seguintes, viu o Verdão conquistar quase tudo, a multinacional deixar o Palestra Itália e um rebaixamento para a Série B. Até hoje influente no alviverde ajudou a eleger Affonso Della Monica e o atual mandatário Arnaldo Tirone, passando para a oposição posteriormente.

Alberto Dualib – Mais um exemplar de presidente que afundou seu clube no período pós-parceria. Em 2005, Alberto Dualib entregou o Corinthians aos cuidados do iraniano Kia Joorabichian e os fortes investimentos da MSI. Campeão brasileiro com Tévez, Mascherano e Nilmar, o Timão, quebrado após o fim da parceria, foi rebaixado apenas dois anos depois, em 2007. Acusado de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, renunciou ao cargo em julho daquele ano.

Mario Celso Petraglia – Presidente da maior conquista do Atlético-PR, o Campeonato Brasileiro de 2001, Mario Celso Petraglia, no clube desde 1995, tem um histórico grande acusações sobre suas costas. Em 1997, esteve envolvido no escândalo Ivens Mendes, à época manda-chuva da arbitragem nacional, acusado de ajuste de resultados. Tem mandato até 2014.

Zezé e Alvimar Perrella – Comandantes em 26 títulos do Cruzeiro, inclusive a Libertadores da América de 1997 e a Tríplice Coroa em 2003, os irmãos Perrella, por outro lado, sempre mantiveram sua política de vendas de jogadores para gerar caixa, que desmontava os elencos celestes com rapidez e muitas vezes sem reposição. Apesar de muito vitoriosos em seus mandatos, encerrados em 2011, a dupla passou os últimos dez anos sem ver a Raposa campeã de um título nacional.

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