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Daniel Alves declara amor por dois clubes brasileiros

Acordo do lateral-direito com o Barcelona se encerra no fim dessa temporada. Brasileiro elogia estrutura, mas não quer voltar ao país neste momento

Daniel Alves tem contrato com o Barcelona até o meio de 2015. O jogador afirma que pretende continuar no clube, mas admite que seu futuro pode estar longe do Barça. Se deixar a Espanha, o lateral-direito quer continuar na Europa nos próximos anos. Porém, mesmo com o retorno ao Brasil ainda longe, o atleta abriu o seu coração e declarou seu amor a dois times brasileiros.

– Sou torcedor do São Paulo e amo o Bahia. São duas paixões. Cresci vendo o São Paulo jogar e era apaixonado pelo São Paulo. Depois, aprendi a amar o Bahia, foi o clube que me deu a oportunidade – afirmou o jogador .

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Mesmo com o amor declarado pelos dois clubes, Daniel Alves garante: nenhum dos dois terá prioridade quando a hora de jogar no Brasil chegar:

– Não posso falar que só voltaria ao Brasil para jogar no Bahia ou no São Paulo. Se eu fosse voltar para o Brasil, voltaria para o Brasil. Para qualquer outro clube do Brasil. Diferente da Espanha, que não jogaria no Real Madrid até por ética, por tudo que conquistei aqui no Barcelona.

Para Daniel Alves, o problema do futebol brasileiro é a falta de organização. O calendário apertado foi muito criticado pelo lateral-direito, que ainda cobrou mais responsabilidade dos clubes. Para o atleta do Barcelona, os clubes precisam ser responsabilizados pelos seus erros. Por exemplo, um clube que deve salário a seus jogadores, deveria ser rebaixado.

Mas o jogador do Barcelona não fez apenas críticas. Para ele, os clubes brasileiros têm uma excelente estrutura. Só precisam de melhor organização:

– Estive no CT do Atlético-MG, do Atlético-PR, do São Paulo… são grandes estruturas. O do Corinthians, então, nem se fala. Então, o problema do Brasil, não é de estrutura física. Há estádios bons, também. É questão de organização, fazer um grande campeonato, colocar normas e fazer com que elas sejam cumpridas. Até para a imprensa. Que haja um respeito da imprensa com os times e jogadores, com os clubes. Isso gera organização. Por exemplo, se a norma é abrir o treino por 15 minutos para a imprensa, a imprensa tem que respeitar isso e não ficar reclamando.

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